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Cabo da Polícia Militar é condenado a 17 anos de prisão por morte de missionária em Caratinga

Segundo o Ministério Público, ele foi condenado por homicídio duplamente qualificado, pelo meio cruel e dissimulação para dificultar a defesa da vítima.

Um cabo da Polícia Militar foi condenado a 17 anos de prisão, em regime fechado, pela morte de uma mulher há 15 anos. O julgamento foi no fórum de Caratinga.

A missionária Anelize Teixeira Monteiro, que tinha 38 anos na época, foi encontrada morta em janeiro de 2007. Esse era um dos casos investigados pelo jornalista Rodrigo Neto, morto em março de 2013.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, a missionária e o militar mantinham um relacionamento. Ela foi estrangulada, esfaqueada e teve o corpo jogado à margem de uma lagoa, ao lado da estrada que dá acesso a Cordeiro de Minas, distrito de Caratinga

Segundo o MP, três anos depois, um taxista, que era testemunha do caso, foi executado. Ele chegou a contar que o militar foi o autor do crime.

A quebra de sigilo telefônico do PM e da vítima também teria demonstrado que, no dia do crime, os dois fizeram o mesmo trajeto no mesmo horário. Na época, testemunhas também confirmaram aos investigadores que viram a mulher entrar em um carro do mesmo modelo do veículo do policial.

O militar negou o crime e que mantinha relacionamento com a vítima. Porém, o júri considerou o policial culpado. Ele foi condenado por homicídio duplamente qualificado, pelo meio cruel e dissimulação para dificultar a defesa da vítima.

Por g1 Vales de Minas Gerais — Caratinga

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